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16 de out. de 2021

novamente, mais uma vez

olá, novamente, mais uma vez...

estava eu aqui lendo algumas coisas da faculdade, quando pensei nesse lugar, no meio dessa imensidão que é blogsfera (há tempos que não falava esse tempo). 

o último post que fiz, eu falava o quanto eu sentia falta desse lugar. mas, mesmo com a pandemia as coisas permaneceram corridas do lado de cá, e imagino que pra muita gente também. ainda estamos em uma pandemia, mas as coisas pelo que vejo, já parece que estão voltando ao normal. só torço para que isso aconteça logo, que as pessoas voltem a se verem, a se abraçarem, se beijarem e viverem. mas, torço para que principalmente que 2022 chegue logo, e que possamos tirar - aquele que não deve ser nomeado - da presidência desse país (se a gente se organizar certinho, vamos sim).

esse foi um post aleatório né, não sei nem posso chamar de post kkkkkkk. 

espero que todos estejam bem, na medida do possível claro. nunca se esqueçam de se cuidar e de se proteger, ainda estamos em pandemia e com um doido comandando esse país.

se cuidem, 

até breve.

14 de jul. de 2018

as coisas acontecem

Muitas coisas acontecem do nada em nossas vidas, talvez seja o acaso, coincidência ou o destino. Podem ser coisas boas ou ruins, mas uma coisa é certa, muitas acontecem quando a gente menos espera, e outras, quando sabemos que irá acontecer, não nos aguentamos até que enfim aconteça. Não sei se acredito no acaso, coincidência ou no destino, mas acredito que tudo e todos tem o seu momento. A sua hora de acontecer, a sua vez de conquistar o mundo...

Cristina Yang, né amores!

Uma das coisas que mais acredito, e que tomo pra mim como importante, é a educação e os estudos. Acho até mais importante que o trabalho. Tenho 20 anos e me formei como Técnica de Logística. Lembro que quando fiz a prova e entrei no curso, não sabia o que era logística, e até hoje talvez não saiba.

Logística não é a profissão que eu quero seguir pela minha vida, mas pra mim foi muito importante este curso. Todo o conhecimento transmitido e adquirido foi de extrema importância. Me ajudou a compreender e conhecer várias coisas, não só da logística, como do mundo e da vida, pra vida.

O ambiente escolar, as pessoas, mesmo não falando com todos, mas cada um com o seu jeitinho contribuiu de algum jeito pra vida de todos ali. Vamos seguir caminhos, profissões diferentes, mas a sala em sí, toda a troca de carinho e amizade serão guardados.

Parando pra pensar em tudo o que aconteceu, tudo o que vivi e passei, tudo o que está acontecendo, tenho mais convicção ainda, de que tudo e todos tem o seu momento. Às vezes a gente acha que não vai aguentar, quer chorar, largar tudo e fugir pra um lugar distante ou apenas pra nossa cama debaixo das cobertas... mas tudo passa, nada tudo pra sempre, e chore o quanto quiser, coloque pra fora, uma hora irá passar.

Penso que talvez com 20 anos já deveria estar na faculdade, segundo alguns padrões. Mas, penso que ainda bem que isso não aconteceu até agora, pois me permitiu conhecer e experimentar novas coisas, novas profissões, mas principalmente a conhecer mais a mim mesma, e isso me faz sentir aqui dentro, um apertozinho bom no core e meus olhos se enchem de lágrimas, mas sabendo que tem muita coisa pela frente, e isso me deixa feliz. E que mesmo que a profissão/carreira que eu quero pra minha vida, não tem nada a ver com a profissão no qual desempenho hoje, tudo tem o seu momento e uma hora pra acontecer, mas também temos que dar uma forcinha pro tempo e principalmente a nós e aos nossos sonhos acontecerem, vai dar tudo certo.

Turma de Logística
4-7-2018

4 de jul. de 2018

A IMPORTÂNCIA DE ACREDITAR EM SI MESMA

Daqui a mais ou menos 8 hrs, estarei apresentando o meu Trabalho de Conclusão de Curso, ou melhor, o TCC. Não vou negar, estou nervosa e ansiosa, com medo de esquecer tudo na hora e travar... Mas, sei que isso não vai acontecer, pois eu sei o que devo falar e só eu sei o que vou falar.

Às vezes eu desconfio da minha própria capacidade mesmo sabendo que tenho de monte. Acho que isso é auto-sabotagem, ficar tentando se privar e se limitar, mesmo sabendo que sou capaz o suficiente pra fazer aquilo, pra apresentar o meu trabalho. O meu problema é que deixo de focar em mim, e foco nos outros. Faço isso inconscientemente e conscientemente; inconsciente porque de tanto fazer isso, já si tornou até normal e consciente pois no momento percebo e não faço nada para mudar, e isso me retraí mais ainda.

Sim, de fato ODEIO apresentações em público, odeio como o sistema de ensino faz a gente apresentar trabalho, como se aquilo ajudasse você a aprender, mas isso é conversa pra outro texto. Lembro que no ensino médio eu adorava apresentar trabalho, lembro também, que não sei se foi no ensino médio ou no fundamental, o professor dividiu a gente em grupos para fazer uma apresentação sobre os três poderes, e o meu grupo ficou com o poder executivo. Lembro que ninguém do grupo quis apresentar e só eu apresentei. Lembro que fiz um trabalho em cartolina com a foto de algum político nele, e fui lá, grudei a cartolina na losa e apresentei sozinha. Tirei 10, lembro que o professor me elogiou e lembro principalmente que fiquei feliz por ter tido coragem de apresentar na frente de todo mundo.

Essa lembrança acima, me veio na cabeça agora, no momento em que estou escrevendo este texto. E é muito louco comparar aquela Marina com essa Marina de hoje. Me lembro que era muito mais corajosa do que hoje. Lembro que falava pelos cotovelos o que vinha na cabeça e falava sem ligar pros outros, porque pensava só em mim. Não sei em que momento deixei de prestar mais atenção em mim e no que penso, sinto e falo, pra pensar mais atenção nos outros.

É duro falar isso, mas é muito importante eu ter consciência disso. Não lembro em qual momento comecei a dar mais atenção pras opiniões e olhares alheios sobre mim. Não lembro em qual momento deixei aquela Marina pra traz, mas estou tentando resgatá-la. 

Sabe, este final de semana que passou fui há uma festa junina no sábado, e no domingo decidir ir para Jundiaí. Já estava planejando isso há um mês, e tinha preguiça e falta de coragem para ir. Eu adoro andar de trem, é muito louco pensar que se pode rodar SP inteira com apenas 4,00 reais e no domingo de manhã acordei e fui. Passei o dia fora, foi cansativo, foi uma viagem, pode conheci paisagens, pessoas e várias estações de trem e o que mais gostei, foi ao chegar em casa e sentir/dar contar que estava bem comigo mesma. Feliz por ter tido coragem de ir. Feliz principalmente em estar em com a minha própria companhia e de que sim, eu me basto, eu me gosto e que eu sou capaz de fazer qualquer coisa.
Às vezes é preciso a gente dr um tempo, e fazer alguma coisa por nós mesmas. Olhar pra dentro de sí e acreditar que sou capaz. E que por mais que eu caguejge ou que a minha voz trema, é importante eu continuar falando, porque acredito em mim e vai dar certo.

24 de jun. de 2018

APERTO

Na maioria das vezes, não consigo entender o que sinto (acho que já disse isso aqui), tenho um sério problema em conseguir compreender os meus sentimentos. Mas, ultimamente tenho parado pra pensar nisso e em como (ouvi isso em algum lugar) é importante estarmos presentes com a gente mesmo.

É difícil escrever ou falar sobre isso, até porque eu mesma não tenho muita dimensão do espaço/tempo, na verdade não tenho nenhuma. Mas, tenho reparado principalmente comigo mesma, o quanto é difícil, eu me manter no presente, se manter consciente da onde estou e do que estou fazendo agora neste momento. Sem pensar no que estava fazendo há 2 minutos, e nem o que eu vou fazer daqui há 2 minutos.

Estar presente e ter consciência é muito difícil. Vire e mexe, o meu corpo está aqui, mas minha mente não. Pensamentos aleatórios, de todos os momentos da vida que lembro, e todas as coisas que imagino, veem a minha mente o tempo inteiro. Começo a ficar ansiosa e aquele aperto no coração, que já conheço, mas não queria que fizesse parte de mim, queria abir o meu peito e deixá-lo ir; mas ai ele surge e fica aqui dentro por tempo indeterminado.


Estou começando tentar estar mais presente e consciente de mim mesma. Muitas vezes me auto-saboto, por achar que eu estou incomodando alguém, por ser eu, por estar ali, e isso isso muitas vezes reflete no meu conforto comigo mesma. Estar consciente disso, quando estou nesta situação, é muito importante pra mim, pois isso faz com que eu pense que eu sou importante pra mim mesma. Se eu sei que a minha presença em um certo lugar, é um direito meu, e não devo sentir que não deveria estar ali, então vou fazer da minha presença confortante pra mim.

Muitas coisas estão me ajudando em estar consciente do presente em que estou. Muitas vezes, quando pensamentos aleatórios surgem, eu tento trazer a minha mente pro agora, tento respirar devagar e profundamente por um tempo, em um ritmo em que me sinto confortável; tento ler alguma palavra na parede ou no livro, ou simplesmente me auto-bloqueio e falo (agora não!). 

Pesamentos aleatórios são ruins, mas pensamentos demais enlouquecem. Se te causam sentimentos ruins, não são bons. E é justamente o que estava acontecendo comigo até eu ter consciência disso. Ainda não sou a pessoa PRESENTE em tudo, mas tamo aí tentando, e como diz meu pai: de grão em grão a galinha enche o papo, né não?! As vezes também é bom abstrair e fingir demência em certas situações e pessoas, mas quem decidi isso é você com você mesmo. E se caso precisar não pense duas vezes, peça ajuda. Como diz uma pessoa que me deu aula, e que gosto muito, "somos, cada um de nós, pequenos mundinhos" e às vezes, muitos de nós precisamos de ajuda, alguém que nos escute e encare o mundo conosco. Mas, apenas ajudar e ouvir, já ajuda muito.


25 de mar. de 2018

RETRÓGRADO

Essa semana foi meia conturbada no mundo dos signos. Eu particularmente, não sei muita coisa, mas gosto de saber como eles influenciam o jeito que somos e como colocamos a culpa neles por ser do jeito que a gente é, e nas coisas que fazemos; tenho que admitir que utilizo muito esses artifícios e culpar o meu signo (libra).

Mas uma palavra do mundo da astrologia, me chamou muito a atenção essa semana, RETRÓGRADO. Já tinha ouvido falar desta palavra muitas vezes, mas essa semana ela se aperfeiço-o muito bem a minha vida neste no momento. 


Existem coisas e pessoas que devem ser deixadas no passado. Existiu um momento entre vocês, que foi bom, mas que tinha que acabar, porque simplesmente chegou a hora, porque não estava mais fazendo o bem que deveria fazer, e quando acaba, na maioria das vezes, devemos deixar no passado. 

Ciclos começam e terminam o tempo inteiro. O tempo que um ciclo começa, até o seu fim pode ser extremamente doloroso, mesma que você sinta isso, mas não consiga ver/enxergar de que algum jeito aquilo está te fazendo mal. Por mais que você queira sentir, viver coisas boas neste ciclo, ele continua te fazendo mais mal do que bem, e aí é que esta a parte mais difícil, acabar com ele.

Quando você sente mais coisas ruins do que boas em relação a uma pessoa, não é uma coisa boa. Talvez está essa pessoa nem saiba que você sinta isso por ela, mas ela sabe que mesmo indiretamente, com atitudes, palavras e jeitos para com você te machucam. Saber que você não é a culpada (o) por essas atitudes é um grande passo para ter a consciência de que este ciclo deve acabar e nunca mais voltar.

Por mais que você queira que aquele ciclo, com aquela pessoa continue em sua vida, é muito importante identificar as coisas que está acontecendo neste ciclo e colocar na balança quem você é, o que você gosta e aquilo que você não quer para sua vida,  e se aquilo que você não quer para sua vida é o que essa pessoa mais tem, é hora de deixar este ciclo para trás.

É muito difícil sair e identificar relacionamentos/ciclos abusivos. Na maioria as vezes são tão discretos, que passam por nós como forma de proteção, carinho ou até mesmo um "ciúmes carinhoso". Na maioria das vezes esses discretos "atos" aumentam, e em pouquíssimos casos eles continuam discretamente; normalmente a violência/abuso aumenta com o passar do tempo. Mas devemos ter a consciência de que esse ato que vem do outro, não é culpa nossa, não é culpa de você ser quem você é! Não devemos nos culpar por ações de outra pessoa, devemos nos responsabilizar é pelas ações que deixamos o outro ter convosco. A partir do momento em que o outro ocupa/inflige/agride o meu espaço, o meu corpo e quem eu sou devemos abrir os olhos, pois isso não é amor, é violência! 

Entretanto, é difícil fazer tudo isso e por isso creio que é tão importante a ferramenta do AUTO CONHECIMENTO. Essa ferramenta que nos empondera, nos da coragem, força e amor a si próprix. Se auto conhecer, identificar o que não te faz bem e, saber que por mais que o tempo passe e que as coisas "aparentemente mudaram", não deixar que aquele ciclo que te fez tão mal recomece e tão difícil quanto foi acaba-lo.  Dizer não, não quero, não gosto, para quem você quer dizer sim, é difícil. Nós somos seres humanos e queremos amar e ser amados, mas parte do auto conhecimento é muito importante para saber qual tipo de amor eu mereço, e assim ter plena consciência de que mereço o amor que ofereço, o melhor de todos, um amor não pela metade, que te faz mal. Mas, um amor inteiro, único, respeitoso, verdadeiro, que te acrescente coisas boas e que te ajude a ser um pouquinho mais feliz, porque antes temos que ser feliz e amar nós mesmxs!

Ilustração de Giulia Fioratti
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